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  Azeite_Portugal pode ser auto-suficiente em quantidade produzida

A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, admitiu que Portugal poderá ser autossuficiente na produção de azeite, em termos de quantidade, dentro de "dois ou três anos", quando muitos dos novos olivais começarem "a produzir em força". "Este ano ainda não somos autossuficientes em termos de quantidade [ou seja, de toneladas de azeite produzido], mas falta-nos pouco", frisou a ministra.

Neste setor, Portugal vai atingir a autossuficiência "nos próximos anos, sem dúvida", frisou Assunção Cristas, explicando que "basta ver a evolução" de olivais recentemente plantados "e que, daqui a dois ou três anos, vão começar a produzir em força". A ministra da Agricultura discursava na cerimónia de inauguração do lagar de azeite da Casa Agrícola Cortez de Lobão, na Herdade Maria da Guarda, na freguesia de Vale de Vargo, concelho de Serpa.

No âmbito do projeto, a Casa Agrícola Cortez de Lobão, através da Sociedade Agrícola da Herdade Maria da Guarda, plantou, entre 2006 e o início deste ano, 1,1 milhões de oliveiras, o que faz deste "o maior olival 100 por cento português", segundo a empresa.

O projeto incluiu também a construção do lagar, previsto começar a funcionar na 2.ª quinzena deste mês.

Na visita que efetuou , Assunção Cristas sublinhou também que, apesar de o país ainda não ser autossuficiente em termos de quantidade, já é "mais do que autossuficiente em valor" de azeite produzido.

"Este ano, pela primeira vez, temos um `superávite` de 30 milhões de euros, o que significa que estamos a vender azeite de melhor qualidade do que aquele que importamos, o que também é bom", realçou.

A ministra aproveitou ainda para enumerar alguns dos passos positivos que têm sido dados para a dinamização da agricultura e da agroindústria nacionais.

Além disso, anunciou, no próximo dia 15, vai abrir um novo concurso do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder), que vai ficar aberto até ao final da vigência desse mesmo programa, ou seja 2015 [2013 mais dois anos], para "apostar e ajudar no investimento".

"Estamos a assistir a mais gente interessada na agricultura. Desde julho de 2011, quando o Governo optou por ter a medida de apoio à instalação de jovens agricultores aberta em permanência, tem-se instalado uma média de 200 jovens agricultores por mês", o que "é muito significativo", congratulou-se.

Questionada pelos jornalistas sobre o Alqueva, a ministra reiterou que o projeto precisa de mais 500 milhões de euros de investimento, mas que é uma "prioridade" do Governo e que a sua conclusão continua prevista para 2015.

Assunção Cristas também foi questionada, repetidamente, sobre as duas manifestações que "marcaram" a visita, mas afirmou que, apesar de não "ignorar nada", é seu "dever mostrar com objetividade os dados" da agricultura, que "é um setor vivo, dinâmico, que tem mostrado resiliência e, mais ainda, crescimento".

 

 

Fonte: RTP Notícias online

 
 
02-10-2012
       
 
   
 
 
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