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  Leite_Redução de margens da produção a nível global

A seca que atingiu os Estados Unidos da América e outros grandes produtores de cereais, como os países do Mar Negro, vai levar a uma escassez de alimentação animal e, por conseguinte, a um aumento de preços.

Segundo a última informação do Rabobank, as produções pecuárias, tanto de leite como de carne, serão as mais afectadas, uma situação que na opinião do Conselho Lácteo Britânico, o preço alto das matérias-primas vai conduzir a uma menor produção de leite e redução das margens dos produtores e dos transformadores de leite.

O grau de resposta ao aumento dos custos das rações será diferente, segundo os sistemas de produção de leite. As explorações que mantêm vacas que consomem sobretudo pastagem vão sofrer menos impacto que os animais das explorações mais intensivas e alimentados na sua maioria com concentrados. Em consequência, nem todos os pecuários da União Europeia (UE) serão afectados da mesma forma, já que a repercussão será menos em países que têm um sector lácteo extensivo ou semi-extensivo.

O impacto na produção também vai depender do tipo de contrato efectuado pelo detentor. Os produtores que incluam cláusulas de revisão de preço pago por leite em função da evolução dos custos da alimentação sofrem menos, frente aos que não têm estas mesmas condições asseguradas.

O aumento dos custos da alimentação vai levar a uma quebra da produção de leite a nível global, enquanto espera-se uma estabilidade nas importações. É previsível que a diminuição da oferta de leite leve a um aumento dos preços ao pecuário e, por tanto, reduza as margens da transformação.


 

Fonte: Agrodigital/ CONFAGRI

 
 
02-10-2012
       
 
   
 
 
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