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  Maior unidade de secagem de milho no Baixo Alentejo

A maior unidade de secagem de milho do Baixo Alentejo, que vai implicar um investimento de 5,1 milhões de euros, o «maior» na fileira dos cereais na região, é inaugurada esta sexta-feira, em Ferreira do Alentejo.

Através da Plusalfundão, os produtores do Baixo Alentejo passam a dispor de «um serviço de secagem e armazenamento de milho em boas condições», disse à agência Lusa Luís Vasconcelos e Sousa, presidente da cooperativa Agromais, uma das sócias da unidade.

Segundo o responsável, os produtores da região vão poder secar e armazenar milho na nova unidade, a sexta na região e com capacidade para secar mil toneladas e armazenar 23 mil e comercializá-lo apenas no período mais rentável.

Instalada no Parque Agro-industrial de Penique, a unidade, que começará a funcionar na próxima semana, vai aumentar «significativamente» a capacidade de secagem e armazenamento de milho no Baixo Alentejo, onde a produção do cereal «tem vindo e vai continuar a crescer consideravelmente», frisou.

A primeira fase de construção da unidade, que permitiu instalar um secador com capacidade para secar mil toneladas de milho por dia e uma capacidade de armazenamento de 23 mil toneladas, implicou um investimento de 3,8 milhões de euros, indicou.

A segunda fase, orçada em 1,3 milhões de euros, vai permitir aumentar a capacidade de armazenamento para 43 mil toneladas, disse, referindo que o projecto da unidade irá implicar um investimento total de 5,1 milhões de euros, «o maior na fileira dos cereais» no Baixo Alentejo.

A inauguração da unidade está agendada para as 17:30 horas e deverá contar com a presença do secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Regional, Francisco Gomes da Silva. Segundo a Agromais, o milho, «a cultura arvense mais representativa da agricultura de regadio nacional», ocupa 40 por cento da área total e é responsável pela produção de mais de 80 por cento dos cereais em Portugal.

Na última campanha, a área de milho para grão aumentou cerca de sete mil hectares em Portugal, sendo que a «maior» subida se registou no Alentejo, nomeadamente na zona de influência do Alqueva, onde a área de milho cresceu cerca de 2.300 hectares e se espera «um incremento da produção superior a 30 mil toneladas».

No perímetro de rega do Alqueva, indica a Agromais, existem cerca de 48.600 hectares de área com boa aptidão para a cultura do milho, dos quais «perto de 12.600 hectares têm uma elevada aptidão» para a cultura.

«O milho afigura-se como a única cultura capaz de, em extensão, vir a ocupar uma parte significativa da área de regadio do Alqueva, contribuindo para o desenvolvimento económico do Alentejo e para o imprescindível acréscimo do Produto Agrícola Bruto» nacional, refere a Agromais.

No milho, Portugal continua a ter «uma balança comercial muito negativa, com um grau de auto-aprovisionamento de apenas 34 por cento», indica a Agromais, frisando que o país «possui condições de excelência» para a produção de milho e os produtores portugueses estão «entre os mais competitivos a nível mundial».

Fonte: Lusa

 
 
20-09-2013
       
 
   
 
 
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