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  Subida de cinco por cento das exportações impulsiona previsão de crescimento para 2014

A estratégia de Pires de Lima aposta na dinamização do mercado interno. Mas o consumo privado só deverá crescer 0,1 por cento no próximo ano e as vendas ao exterior deverão crescer 5,8 por cento este ano, segundo o Governo.

Um crescimento mais forte das vendas ao exterior e uma queda menos acentuada das importações; uma descida mais intensa do consumo público, mas um aumento menor do investimento. É este o cenário económico traçado pelo Governo para 2014, ano em que espera um crescimento de 0,8 por cento.

 

Em vez de uma progressão de 4,5 por cento das exportações no próximo ano, o executivo conta agora com um aumento de cinco por cento, segundo as novas projecções económicas das Grandes Opções do Plano enviadas pelo executivo ao Conselho Económico e Social, a que o PÚBLICO teve acesso.

 

Num contexto de melhoria da conjuntura europeia, houve também uma revisão dos números para as importações, tanto para este ano, como para o próximo. Até aqui, o Governo esperava uma contracção nesta componente em 2013, mas as actuais projecções apontam já para um crescimento de 0,8 por cento. Para 2014, é esperado um aumento de 2,6 contra três por cento.

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É também em 2014 que o executivo espera já uma dinamização do mercado interno, em linha com o discurso assumido pelo ministro da Economia, António Pires de Lima, centrado na recuperação da confiança. Este ano, o consumo privado não deverá cair tanto como o previsto, prevendo-se que estabilize entretanto, com um crescimento tépido de 0,1 por cento em 2014.

 

Já no investimento, a queda será maior este ano e o crescimento menos acentuado no seguinte. Em vez de uma contracção de 7,5 por cento, deverá cair 8,5 pontos, seguindo-se um crescimento de 1,2 por cento, contra os 2,5 pontos estimados até aqui. No ano em que o Governo quer concretizar a fatia principal dos corte de quatro mil milhões de euros na despesa do Estado, haverá também uma redução maior no consumo público, de 2,8 por cento.

Quem também deverá apresentar novas projecções, já nesta terça-feira, é o Banco de Portugal, com a publicação do Boletim Económico de Outono, no mesmo dia em que o Fundo Monetário Internacional deve publicar novas perspectivas para a economia global.

Fonte: PÚBLICO

 
 
08-10-2013
       
 
   
 
 
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