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  CE não prevê nova reforma do sector do vinho

A eurodeputada espanhola, Esther Herranz, manifestou a sua satisfação perante as declarações do comissário europeu da Agricultura, Dacian Ciolos, negando que a Comissão Europeia tenha a intenção de proceder, em breve, a uma anova reforma do regime de apoio ao sector do vinho.

O comissário entreviu no Parlamento Europeu (PE), em resposta a uma questão realizada pela comissão de Agricultura do Parlamento sobre uma eventual reforma daquele sector. Os eurodeputados transmitiram o receio manifestado pelos produtores de vinho de qualidade sobre a possibilidade de uma nova revisão a curto prazo, quando os profissionais ainda têm que se adaptar às últimas alterações introduzidas na reforma vitivinícola de 2008, no âmbito da reforma da política agricola comum (PAC), que entrar em vigor no próximo ano.

Dacian Ciolos tranquilizou o Parlamento, assinalando que de momento «há que deixar o sector em paz», tendo em conta que o mercado funciona bem granças a uma redução dos excedentes, devido, em grande parte, a um aumento das exportações para países terceiros».

A eurodeputada espanhola relembrou que em 2008 forma criadas novas categorias de vinho, liberalizaram-se as práticas enológicas e de etiquetagem, as medidas de intervenção dos excedentes s terminaram e foram criados programas nacionais de apoio.

Esther Herranz destacou ainda que a reforma da PAC em 2013 supôs importantes mudanças, como a criação de um regime de autorizações de plantação, que vem substituir, a partir de 2016, o regime de direitos de plantação e a possibilidade de empreender campanhas de informação e promoção no mercado da União Europeia (UE), destinadas a impulsionar as denominações de origem e indicações geográficas com fundos precedentes dos programas de apoio.

De acordo com a eurodeputada, «os operadores vitivinícolas necessitam de tempo para adaptar-se a estas alterações, tendo em conta que a vinha é uma planta perene que necessita de uma projecção a longo prazo».

A responsável apontou, no entanto, que apesar dos resultados positivos da aplicação da normativa de 2008, «é necessário impulsionar ainda mais a promoção, não apenas no mercado de países terceiros, mas também no da UE, mediante campanhas de consumo responsável».

A eurodeputada também se congratulou pela intenção declarada pelo comissário europeu de realizar uma secção específica sobre a reforma do sector do vinho dentro da promoção de regulação horizontal, prevista pelo executivo comunitário.

Fonte: Agrodigital

 
 
25-10-2013
       
 
   
 
 
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