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  Procura internacional pelo mirtilo português semelhante à dos anos anteriores

A procura internacional pelo mirtilo produzido em Portugal está a ser nesta época semelhante à dos anos anteriores, segundo as conclusões de uma reunião que juntou comerciantes e exportadores em Sever do Vouga para analisar a campanha de 2014.

 

Realizado no âmbito da Feira do Mirtilo, na sexta-feira, o encontro serviu também para discutir estratégias para a fileira dos pequenos frutos e nele marcaram presença empresas oriundas das diversas regiões do país, de diversas dimensões e diferentes posicionamentos no mercado, como a Biolafões, Centroberry, Driscoll´s, Lusomorango, COAPE, Lafoberry, Mirtisul, Quinta de Boucinha e Delícias do Tojal.

 

«Foi unânime a opinião de que existe uma procura internacional semelhante à dos anos anteriores, o que tem assegurado o normal escoamento da produção. Alguns empresários afirmaram mesmo que já não têm mais produto para venda. Referiram que na presente campanha os preços voltaram a rondar os preços médios das campanhas de anos passados», refere o texto das conclusões.

 

Os participantes alertaram, contudo, para «o carácter excepcional dos preços praticados na campanha de 2013, ano em que foi batido respectivo recorde, pelo que tais valores não devem ser tomados como referência», acrescenta.

 

Sublinhando que «a garantia da qualidade, a certificação dos produtos e o apertado controlo de custos são condições básicas para o sucesso do negócio», os exportadores presentes manifestaram a vontade em continuar a trabalhar com os produtores «de uma forma organizada, de modo a que tal parceria se possa traduzir num maior poder negocial, que traga benefícios para todos os intervenientes».

 

Ayrton Sequeira, da empresa Delícias do Tojal, um dos maiores exportadores de mirtilo, salientou que os pequenos frutos são a actividade mais rentável do sector frutícola, mas não podem ser um “hobby” de fim-de-semana.

 

Segundo o exportador, não há outra actividade no sector frutícola «tão rentável como a dos pequenos frutos», mas trata-se de «um negócio exigente, que obriga a uma atitude pautada pela dedicação, responsabilidade e profissionalismo».

 

«A cultura comercial do mirtilo não é um “hobby” de fim-de-semana. Quem assim pensar não vai ganhar dinheiro e, como acontece com qualquer “hobby”, vai ter que pagar para dele desfrutar», afirmou Ayrton Sequeira, secundado pela generalidade dos intervenientes.

 

Fonte: Lusa

 
 
30-06-2014
       
 
   
 
 
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