Notícias > Estudo aponta o sector da carne e dos produtos lácteos como sendo dos que apresenta maiores taxas de emissão de gases com efeito de estufa
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  Estudo aponta o sector da carne e dos produtos lácteos como sendo dos que apresenta maiores taxas de emissão de gases com efeito de estufa

Um estudo recentemente divulgado revela que apesar de o sector da carne e dos produtos lácteos ser um dos principais emissores de gases com efeito de estufa (GEE), os governos pouco fazem para limitar o seu impacto.

“O sector da pecuária é responsável por quase 15% das emissões mundiais – quase tanto quanto é produzido por todas as viaturas, camiões, aviões, comboios e barcos do mundo –, pelo que a ausência de estratégias internacionais ou nacionais para reduzir as suas emissões é notável”, considerou um dos autores do documento divulgado pelo centro de reflexão Chatham House, Rob Bailey.

“Governos e grupos de acção parecem acreditar que procurar reduzir o consumo de produtos da pecuária é, no melhor cenário, um desafio muito complexo, ou, no pior, pode suscitar reacções negativas” entre os consumidores, concluíram os investigadores.

Uma das consequências desta não acção governamental é a falta de tomada de consciência do público quanto ao impacto do sector pecuário nas alterações climáticas.

Uma sondagem realizada ‘online’ em 12 países, incluindo Brasil, China, EUA, França e Reino Unido, com um mínimo de mil participantes em cada, revela que apenas 12% dos inquiridos identificaram a carne e os produtos lácteos como uma das principais causas do aquecimento global, que compara com 64% que apontaram os transportes.

A publicação acontece numa altura em que milhares de peritos estão reunidos, na capital do Peru, Lima, desde 01 de Dezembro, a trabalhar na proposta de acordo multilateral que se espera seja assinado no final de 2015 em Paris.

A comunidade internacional fixou o objectivo de conter o aquecimento do planeta em dois graus Celsius em relação à era pré-industrial, patamar além do qual os cientistas prevêem impactos irreversíveis e dramáticos em muitas regiões do planeta.

Porém, ao ritmo actual, o planeta evolui para uma subida das temperaturas de cerca de 4º C até ao final do século.

Fonte:  ANIL / iOnline

 
 
09-12-2014
       
 
   
 
 
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