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  Importações de Portugal em queda

As compras de Portugal ao exterior registaram a segunda maior queda da Zona Euro, a par da Bélgica, e superada apenas pela Grécia. As compras portuguesas a países fora da União Europeia recuaram 23%, afectadas pelo efeito Angola. Assim, Portugal comprou menos bens e serviços ao exterior nos dois primeiros meses do ano. O total de importações recuou 7% face ao período homólogo para 8,9 mil milhões de euros.

Esta foi a segunda maior queda da Zona Euro, a par da Bélgica (-7% para 52,7 mil milhões), e superada apenas pela Grécia (-16% para 6,6 mil milhões de euros), segundo dados divulgados ontem, 15 de Abril, pelo Eurostat.

As importações nacionais registaram um recuo de 23% das compras a países fora da União Europeia, já as compras a Estados-membros recuaram 1%.

A pesar nas exportações e importações portuguesas esteve o efeito Angola, causado pela desvalorização do preço do petróleo, sendo de destacar que 99% das compras portuguesas a Angola se encontram relacionadas com combustíveis. Por outro lado, com a queda do preço do petróleo, as compras de Luanda a Lisboa também recuaram.

As exportações de Portugal cresceram 1% para os 7,8 mil milhões nos meses de Janeiro e Fevereiro face a período homólogo. Enquanto as vendas para os países da União Europeia aumentaram 3%, as vendas para fora do mercado comum caíram 4%.

Foi Chipre quem liderou o crescimento nas exportações, com uma subida de 70%, atingindo os 400 milhões. No sentido oposto surge a Grécia com menos 8% face a período homólogo para os 3,9 mil milhões.

A balança comercial portuguesa registou um défice de 1,1 mil milhões de euros, agravando-se em 1,8 mil milhões de euros face a Janeiro e Fevereiro de 2014. A contribuir para o défice encontram-se as compras a países da União Europeia, num total de 1,4 mil milhões de euros.

Analisando o comércio total na Zona Euro, este caiu 2% para os 267,5 mil milhões de euros em Janeiro e Fevereiro face a período homólogo.

Já o total de exportações de estados-membros para fora da moeda única cresceu 2% para 308,5 mil milhões de euros. Em sentido contrário, seguem as importações a países de fora da região que recuam 3% para 280,6 mil milhões.

 

Fonte: Jornal de Negócios

 
 
16-04-2015
       
 
   
 
 
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