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  Evolução da produção de leite na União Europeia

A Comissão Europeia confirmou que em 2015 a produção de leite na União Europeia passa por um aumento de um por cento. Esta percentagem já foi avança numa anterior informação e repetiu nas últimas previsões a curto prazo que acaba de publicar.

Para 2016, prevê-se que a produção volte a subir, devido ao aumento do número de vacas leiteiras, em mais 0,4 por cento e também porque não se vai registar uma descida à semelhança do primeiro trimestre de 2015 para o ajuste das quotas.

No entanto, a Comissão Europeia revela que a situação por países é distinta. Na holanda a produção aumenta em 600 mil toneladas em 2015, como consequência dos bons preços registados em 2013 e 2014, mas com um menor crescimento em 2016.

Na Irlanda também verifica-se um crescimento de 500 mil toneladas em 2015, em resposta dos menores custos de produção devido ao grande consumo de pasto, sendo o país que mais contribui para o aumento comunitário de produção em 2016.

Na Dinamarca regista-se uma subida superior a 100 mil toneladas em 2015. O ritmo crescente teve início no Verão passado e prevê-se que em 2016 também contribua para o aumento da produção na União Europeia (UE).

O Reino Unido terá um crescimento de 150 mil toneladas, mas devido aos preços baixos do leite a desaceleração já começou a notar-se e permanece até ao final do ano. A Polónia também colabora para este crescimento da produção em 2015 com 200 mil toneladas, devido a uma melhoria da sua produtividade.

Para a Espanha, a Comissão espera uma subida de 100 mil toneladas frente ao ano anterior e na Republica Checa, Hungria e Eslováquia, são países que nunca atingiram a sua quota mas onde a produção aumentou devido aos bons preços.

Para a França, espera-se uma quebra de 150 mil toneladas na produção, apesar do aumento verificado em 2014 em 1,3 milhões de toneladas frente a 2013, tratando-se de uma redução relativa. Esta descida verificou-se mais no sul que no norte. As duas principais cooperativas estabeleceram um sistema de preços A,B e C para desencorajar a produção, enquanto as empresas privadas limitaram as suas compras. No entanto, prevê-se que em 2016 o país aumente a sua produção.

Por último, na Alemanha as estimativas apontam para um crescimento de 150 mil toneladas, mas, tal como a França, em 2014 aumentou em 1,1 milhões de toneladas frente a 2013 e também com espectativas de crescimento em 2016.

Fonte: Agrodigital

 
 
13-10-2015
       
 
   
 
 
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