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  Produção mundial de vinho aumenta em 2015

A produção mundial de vinho está a crescer ligeiramente este ano e situa-se numa «boa média», com Itália a destronar França e Portugal a registar um dos maiores aumentos, anunciou a Organização Internacional do Vinho (OIV).

 

Portugal deverá crescer oito por cento em 2015, para 6,7 milhões de hectolitros, ocupando a 11.ª posição no “ranking” dos principais países produtores.

 

Estima-se que a produção tenha crescido dois por cento, para 275,7 milhões de hectolitros, situando-se 2015 «numa boa média», depois do recorde atingido em 2013, e respectivas consequências em 2014, afirmou o director-geral da OIV, Jean-Marie Aurand, durante uma conferência de imprensa em Paris.

 

Apesar de serem números provisórios, estima-se que a Itália vai assumir o primeiro lugar, com a sua produção a aumentar 10 por cento, para 48,9 milhões de hectolitros, enquanto a produção francesa estagnou nos 47,3 milhões de hectolitros.

 

Na Europa, as tendências são mistas, devido às condições climáticas favoráveis na Áustria, Hungria, Portugal e Roménia, mas desfavoráveis na Alemanha e na Grécia, cujas produções recuaram quatro e nove por cento, respectivamente, para 8,8 milhões de hectolitro e 2,7 milhões de hectolitros.

 

Espanha registou uma quebra de quatro por cento, mas com elevada produção, de 36,6 milhões de hectolitros. As previsões de produção na Áustria e Hungria para este ano são de 2,4 e 2,9 milhões de hectolitros, respetivamente, correspondendo a crescimento elevado face a 2014, de 18 por cento, no primeiro caso, e 12 por cento, no segundo.

 

A Roménia aumenta nove por cento a sua produção, para quatro milhões de hectolitros. Os Estados Unidos da América (EUA) mantêm um nível elevado de produção, 22,1 milhões de hectolitros, pelo terceiro ano consecutivo.

 

No hemisfério sul, a Argentina registou uma queda acentuada de 12 por cento, para 13,3 milhões de hectolitros, sendo seguida de perto pelo Chile, que registou um aumento de 23 por cento, para 12,8 milhões de hectolitros, enquanto os volumes se mantiveram estáveis na Austrália, 12 milhões de hectolitros e na África do Sul, 11,3 milhões de hectolitros.

 

A Nova Zelândia viu a sua produção cair 27 por cento, para 2,3 milhões de hectolitros, depois de uma colheita excepcionalmente abundante em 2014. Tal como no ano passado, a produção deverá cobrir a procura de vinho e as necessidades industriais. As previsões indicam que o consumo mundial deverá situar-se «em torno de 240 milhões de hectolitros», indicou Aurand.

 

Fonte: Lusa

 
 
30-10-2015
       
 
   
 
 
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