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  Grandes produtores de azeite aumentam produção mundial

A produção mundial de azeite para esta campanha foi estimada em Novembro de 2015 em 2.988.500 milhões de toneladas. No entanto, segundo os últimos valores recebidos dos países a produção será superior a 3.225.000 milhões de toneladas, o que significa um aumento de 33 por cento, mais 790.500 toneladas.

Este aumento em relação à campanha anterior é motivado, principalmente, pelos países produtores europeus, como a Espanha, que vai alcançar quase 1,4 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 65 por cento frente à campanha passada.

Itália, com 470 mil toneladas aumentou a sua produção em 112 por cento, sem deixar de referir que na campanha 2014/2015 a Itália obteve o valor mais baixo dos últimos 20 anos com uma produção de 222 mil toneladas. A Grécia com 310 mil toneladas, mais três por cento e Portugal com 100 mil toneladas, um crescimento de 65 por cento. O conjunto destes países produtores europeus totalizaram mais de 2.287 milhões de toneladas, o que supõe um aumento de 852.500 toneladas em comparação à campanha anterior, de acordo com a última informação do Conselho Oleícola Internacional (COI).

Também aumentaram as produções em alguns países membros do COI, como a Argélia, mais seis por cento; Argentina, mais 317 por cento; Egipto, mais 19 por cento; Irão, mais 30 por cento, Jordânia, mais 26 por cento; Líbia, 16 por cento e Marrocos, com um aumento de oito por cento. No entanto, a produção diminuiu na Tunísia, com menos 59 por cento; Turquia, menos 11 por cento; Israel, menos 20 e na Albânia e Líbano, menos cinco por cento, respectivamente.

O consumo mundial de azeite previsto para a campanha 2015/2016 vai superar 3.012. milhões de toneladas, mais seis por cento em relação à campanha passada.

Para as exportações totais prevê-se cerca de 763 mil toneladas, valores provisórios, coma União Europeia dos 28 (UE-28) a liderar, correspondente a mais de 68 por cento do total mundial exportado, seguida pela Tunísia, Marrocos, Turquia, Síria, Argentina e o Chile.

As importações previstas são mais altas que as exportações com 823.500 toneladas, com os Estados Unidos à cabeça com 300 mil toneladas, a UE-28 com 132.500 toneladas, Brasil, com 66.500, Japão, com 60 mil, o Canadá com 31 mil toneladas, Austrália com 24 mil e a Rússia com 21 mil toneladas.

Fonte: Agrodigital

 
 
07-06-2016
       
 
   
 
 
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