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  CIC: Oferta mundial de trigo duro será a maior dos últimos seis anos

O Conselho Internacional de Cereais estimou uma produção mundial de trigo de 38,5 milhões de toneladas na sua informação de Maio. O mais significativo é que são menos 700 mil toneladas em relação à primeira avaliação de colheita realizada em Março.

 

As existências no final da campanha previstas em 2015/2016 aponta para 7,7 milhões de toneladas, pelo que a oferta mundial de trigo duro pode atingir 46,3 milhões de toneladas, o valor mais alto desde 2010.

 

A procura mundial prevista ronda 38,2 milhões de toneladas, um resultado revisto em baixa em comparação com os dados de Março, de 38,8 milhões de toneladas, sendo a procura mais elevada dos +últimos anos.

 

Para as exportações a nível global prevê-se um total de 8,5 milhões de toneladas, o que supõe uma redução frente à campanha passada, com um balanço final de 8,1 milhões de toneladas para o final da campanha 2016/2017, um valor que dará uma proporção de existências/consumo de 21,2 por cento, o que será confortável para o mercado.

 

A revisão em baixa na produção de trigo duro realizada pelo Conselho Internacional de Cereais (CIC) deve-se aos menores valores previstos no Norte de África, sobretudo em Marrocos e na Tunísia. A boa situação de preços foi propícia para uma maior plantação de trigo duro nos principais países exportadores, como o Canadá, a União Europeia (UE), os Estados Unidos e o México, no entanto, prevê-se uma queda da superfície colhida em um por cento até os 16,1 milhões de hectares, devido ao Norte de África.

 

Em Marrocos, a seca que atingiu a região no início da campanha levou a uma descida da colheita de trigo duro em 64 por cento até um total de 900 mil toneladas, oque corresponde à colheita mais pequena dos últimos nove anos. Noutros países, espera-se uma menor produção que no período passado, mas apenas com uma pequena diferença, ou seja, 2,4 milhões de toneladas na Argélia e 1 milhão na Tunísia.

 

Na União Europeia, com uma meteorologia favorável na maioria dos países, espera-se uma produção de 8,9 milhões de toneladas, o resultado mais altos dos últimos seis anos. Em 2015, o CIC estimou 8,e milhões de toneladas.

 

Para a América do Norte, em geral, as condições também foram favoráveis, prevendo-se uma produção no Canadá de 6,32 milhões de toneladas quando em 2015 foi de 5,4 milhões e uma produção de 2,2 milhões nos Estados Unidos, igual à campanha passada.

 

Para o consumo mundial, o CIC espera um crescimento de um por cento, situando-se em 38,2 milhões de toneladas e as existências com um aumento de 4,5 por cento, destacando o facto da União Europeia.

 

Fonte: Agrodigital

 
 
08-06-2016
       
 
   
 
 
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