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  Importações da UE de hortícolas de países terceiros crescem 23 por cento

A importação comunitária de hortícolas frescas de países terceiros cresceu 23 por cento em volume e 11 por cento em valor no primeiro semestre de 2015, em comparação com o mesmo período de 2015, até um total de 1,55 milhões de toneladas e 1.602 milhões de euros.

O Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) destaca Marrocos e o Egipto como principais fornecedores extracomunitários que, também, ganham peso no mercado comunitário.

Marrocos e Egipto ganham terreno como principais fornecedores extracomunitários de hortícolas na União Europeia (UE), com um crescimento em volume de 13 e 10 por cento, respectivamente, no primeiro semestre de 2016 em comparação com o mesmo período de 2015, totalizando 482.571 e 250.599 toneladas. As importações comunitárias de hortícolas procedentes de Marrocos corresponderam a 31 por cento do total importado pela UE a países terceiros no primeiro semestre de 2016 e do Egipto, a 15 por cento do total.

Em valor, as importações da UE de hortícolas provenientes de Marrocos somaram 591,6 milhões de euros, mais 10 por cento, representando 36 por cento do valor total das importações da UE para países terreiros, que ultrapassou 1.602 milhões de euros. O valor da importação do Egipto foi de 155,5 milhões de euros.

Por produtos, o tomate é a estrela das importações marroquinas, com 247.152 toneladas, mais oito por cento em comparação ao primeiro semestre de 2015 e 2469,6 de feijão-verde, com mais oito por cento em volume e 92.615 toneladas.

 Em relação ao Egipto, as principais hortícolas importadas no período em análise foi a batata, com 157.549 toneladas, mais quatro por cento e a cebola, com 72.378 toneladas, mais 31 por cento.

A Turquia é o terceiro fornecedor de hortícolas frescas da União Europeia, com 327.918 toneladas, mais três por cento, com um forte aumento na batata, de mais 26 por cento, até u total de 173.543 toneladas.

Para a FEPEX, o forte crescimento das importações da União Europeia de hortícolas procedentes de países terceiros tem um impacto directo no comércio de hortícolas intracomunitário, entre os Estados-membros, que se viu reduzido em um por cento no mesmo período.

Fonte: Agrodigital 

 
 
17-10-2016
       
 
   
 
 
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