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  Carne de porco: esqueça o mito da gordura

Do porco, tudo se aproveita para uso culinário, desde o focinho até ao rabo. É a carne mais consumida em Portugal. Em 2012 cada português ingeriu 43 kg, o que equivale a cerca de 128 g por dia.

 

Apesar da popularidade do suíno, a má fama persegue-o: muitos consumidores associam-no a uma carne gorda e rica em colesterol. A verdade é que, quando analisamos o seu teor em lípidos (gorduras) e colesterol, constatamos que estes variam muito. Se há partes do animal com um elevado valor calórico, caso da orelha, outras têm valores bastante mais baixos, como a bifana da perna.

 

A nossa avaliação nutricional teve em conta o animal por inteiro e incidiu sobre as proteínas, a gordura total, a humidade, as cinzas, as gorduras saturadas, o colesterol e o valor energético. Os resultados mostram uma grande amplitude de valores no que diz respeito ao valor energético, teor de lípidos, teor de ácidos gordos saturados e teor de colesterol por 100 g de carne. No entanto, a quantidade de proteínas não difere muito de peça para peça.

 

 

Bifana e lombinho são os melhores cortes para um consumo habitual, enquanto a orelha deve ser comida mais raramente. O lombinho, embora tenha um valor energético ligeiramente superior à carne de bifana da perna (113 kcal contra 109 kcal por 100 gramas), bem como um maior teor de gordura e ácidos saturados, apresenta um teor de colesterol ligeiramente inferior.

 

No geral, a carne de porco conta com aminoácidos essenciais, vitaminas (como a tiamina), minerais (como o ferro) e lípidos muito energéticos, incluindo ácidos gordos essenciais. Portanto, pode trazer benefícios significativos ao consumidor quando conjugada com uma alimentação saudável e equilibrada.

 

Fonte: DECO 

 
 
08-05-2017
       
 
   
 
 
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