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  Principais fornecedores extracomunitários de frutas e hortícolas da UE em 2016

Os principais fornecedores extracomunitários de frutas e hortícolas frescas da União Europeia em 2016 foram a África do Sul, com 1,63 milhões de euros; Marrocos, com 1,38 milhões; Costa Rica, com 1,27 e a Turquia, com 1,11 milhões de euros.

Estes países representam 35 por cento do valor total das importações da União Europeia (UE) procedentes de países terceiros, que ultrapassou os 15,3 milhões de euros, segundo dados do Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat), processados pela FEPEX.

As importações comunitárias procedentes dos quatros países também reforçaram, em 2016, com um crescimento de quatro por cento no caso da África do Sul, de 10 por cento no caso de Marrocos, de sete por cento da Costa Rica e de 14 por cento no que diz respeito à Turquia.

As frutas representaram 99 por cento do valor da importação da União Europeia procedente de África do Sul, com 1,61 milhões de euros do total de 1,63 milhões, com os citrinos a liderarem os produtos importados com um valor de 601 milhões de euros, o que supõe um crescimento de nove por cento, seguidos pela uva, com 473.781 euros, -três por cento.   

Para Marrocos, as importações comunitárias de hortícolas superaram em 2016 os 921 milhões de euros, mais oito por cento em comparação a 2015, sendo o tomate, com 417,1 milhões de euros, o principal produto importando, com um crescimento de seis por cento em relação ao ano anterior, seguido a grande distância pelas leguminosas, principalmente pelo feijão-verde, com 254 milhões de euros, mais três por cento.

A importação da União Europeia de frutas marroquinas ultrapassou os 465 milhões de euros, mais 12 por cento, sendo os citrinos as frutas mais importadas, com 175 milhões de euros, mais oito por cento, seguidos pela melão e a melancia, com 88 milhões de euros, mais sete por cento.

A importação comunitária da Costa Rica concentra-se nas frutas, com 1,27 milhões de euros do total, praticamente 100 por cento das importações, com destaque para a banana, com 66,6 milhões de euros, mais 15 por cento e o grupo de abacaxi e figo, com 541 milhões de euros, o mesmo valor que em 2015.

A fruta procedente da Turquia ascende a 916 milhões de euros, mais nove por cento, correspondendo a uvas, frescas e secas, a maior importação, com 386,2 milhões de euros, -três por cento; enquanto a importação de hortícolas foi de 196 milhões de euros, mais 37 por cento frente a 2015, com o tomate a liderar, com 63 milhões de euros e com um crescimento de 64 por cento.

Para a FEPEX, os dados de 2016 tornam clara a tendência crescente da importação comunitária de frutas e hortícolas procedentes de países terceiros e a grande variedade de produtos e diversificação de países fornecedores, já que juntamente com os quatro mencionados, destacam-se ainda países como o Chile e o Peru, com importações por um valor de um milhão de euros nos dois casos, a Colômbia, com 968 milhões, o Equador, com 810, Argentina, com 513 e Israel, com 487 milhões de euros, entre outros.

Fonte: Agrodigital

 
 
09-06-2017
       
 
   
 
 
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