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  Comissão de Gestão de Albufeiras analisa medidas no atual cenário meteorológico e sobre as reservas existentes

Decorreu hoje, 23 de maio, na Agência Portuguesa do Ambiente (APA), uma reunião plenária da Comissão de Gestão de Albufeiras. O encontro, que contou com a participação do Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, teve como objetivo principal avaliar as reservas e disponibilidades hídricas existentes face às necessidades e definir medidas que permitam a sua utilização sustentável, atendendo aos cenários meteorológicos. Através da análise dos dados disponíveis conclui-se o seguinte:
 o No ano hidrológico 2016/2017 os valores médios mensais da temperatura máxima do ar foram sempre superiores ao valor normal. 
o O valor médio da quantidade de precipitação, entre 1 de outubro de 2016 e 15 de maio de 2017, foi de 530.4 mm, correspondendo a cerca de 75 % do valor normal. 
o A 15 de maio deste ano, 71% do território nacional estava em fraca moderada, 27% em seca fraca e 1% em seca severa. 
o Comparativamente ao mês de abril, verificou-se um aumento das reservas de água em 5 bacias hidrográficas (Lima, Cávado, Ave, Mondego, Tejo) e uma descida em 7 (Douro, Ribeiras do Oeste, Mira, Guadiana, Barlavento, Arade). 
o De todas as albufeiras avaliadas, 7 registaram disponibilidades inferiores a 40 %: Vilar Tabuaço (Douro), Divor (Tejo) e Fonte Serne, Monte da Rocha, Odivelas, Pego do Altar e Roxo (Sado). 
o As disponibilidades hídricas armazenadas nas albufeiras são inferiores à média, exceto para as bacias do Lima, Ave e Arade. No entanto, todas as bacias, no final de março, apresentavam percentagens de armazenamento superior ao limiar definido para o primeiro nível de alerta de seca hidrológica, com exceção a bacia do Sado que está em seca.
o No que respeita às disponibilidades hídricas nas águas subterrâneas, continua a registarse descidas dos níveis piezométricos nas formações do Maciço Antigo Indiferenciado, bem como em alguns sistemas aquíferos. 
o A situação mais preocupante regista-se no Alentejo, onde se detetam valores próximos ou mesmo inferiores aos observados no período da seca de 2004-2005 e inferiores aos valores médios mensais. Foi assim determinado manter sob vigilância todas as formações do Maciço Antigo Indiferenciado, Torres Vedras, Escusa, Estremoz-Cano, Querença-Silves e Campina de Faro- subsistema Faro. 
o Em termos de garantia das utilizações, as situações mais críticas são na Bacia do Sado, com particular destaque para as utilizações da albufeira do Monte da Rocha, que não tem ainda ligação ao sistema Alqueva, e ainda as albufeiras de Divor, Vieiros, Fonte Serne, Odivelas, Roxo, Vigia, Campilhas, Pego do Altar e Abrilongo.



Fonte: APA
 
 
20-06-2017
       
 
   
 
 
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