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  Uma análise ao padrão alimentar português


Os padrões alimentares saudáveis e os menos saudáveis estão associados a outros padrões de estilos de vida. Esta realidade foi estudada para a população portuguesa no estudo EpiDoC 2 onde se avaliaram mais de 10153 pessoas.

Uma oportunidade para compreender de forma mais profunda a realidade alimentar portuguesa.

De leitura obrigatória e cujas conclusões se extrai:
" Em conclusão, este estudo identificou os estratos mais vulneráveis aos padrões alimentares saudáveis (sexo masculino, jovem, menos anos de escolaridade, desemprego, emprego a tempo parcial, trabalho doméstico e residentes nas ilhas) entre os adultos portugueses.

Além disso, os padrões alimentares não saudáveis, caracterizados por uma menor frequência de consumo de sopa, vegetais, frutas, peixes, leite /produtos lácteos, menor consumo de água e maior frequência de consumo de carne foram significativamente associados a sintomas de depressão.

Estratégias para promoção do consumo de frutas e legumes [pelo menos 400 g por dia, a fim de cumprir as recomendações da OMS] e assegurar a ingestão necessária de produtos lácteos (2-3 porções por dia) e carne (37,5-112,5 g por dia), de acordo com o guia alimentar português, deve ser uma prioridade das políticas de saúde pública."

Pode consultar o documento aqui 


Fonte: ANIL

 
 
03-08-2017
       
 
   
 
 
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