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  Europa aposta em tecnologia inovadora para o setor vitivinícola


Falamos do Vinbot, um robô todo-o-terreno autónomo, equipado com sensores que o capacitam para analisar imagens que capta com uma câmara, armazenando depois os dados em 3D. Pode subir encostas de até 45 graus e criar mapas que permitem calcular com precisão o estado de maturação das uvas.

O Vinbot define prioridades de produção
O assistente consegue, desta forma, estabelecer coordenadas, acumular dados e criar um arquivo, que determina a altura apropriada da recolha das uvas, de acordo com as necessidades de produção e o tipo de vinho pretendido.


“De uma forma autónoma, navega na vinha. Vai tirando as imagens. Essas imagens são descarregadas num servidor na cloud e, com base nos algoritmos desenvolvidos no projeto, transformam-se essas mesmas imagens num mapa de produtividade”, explica à Euronews André Barriguinha, um dos engenheiros envolvidos no projeto.

Este autêntico protótipo das vinhas todo-o-terreno produz informação, segundo os seus criadores, com uma margem de erro de entre 10% a 15%. Os mapas de produtividade criados pelo Vinbot são, desta forma, de uma precisão superior às imagens até agora recolhidas por satélite.


A vinicultura de precisão
O Vinbot foi criado com recurso a open source software, ou seja, software de acesso livre. Segundo os criadores, o permitirá implementar o que definem como a “vinicultura de precisão”, uma vantagem quando se procura o aumento da produtividade.

Uma ferramenta que, em conjunto com a experiência do produtor, poderá ser ideal, segundo Carlos Lopes, Engenheiro do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa:

“O viticultor que conhece a sua vinha tem, em geral, um conhecimento empírico, resultante da observação visual, basicamente, das suas parcelas de vinha”, explica.

“Esta tecnologia permite, cada ano, fazer um levantamento pormenorizado, detalhado, do comportamento da planta, quer em termos vegetativos, quer em termos produtivos e consequentemente vai construir uma base de dados histórica muito mais precisa do que o conhecimento empírico. Evidentemente que a conjugação dos dois será o ideal”, conclui Carlos Lopes.





Fonte: Euronews

 
 
08-09-2017
       
 
   
 
 
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