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  Este foi o sexto Verão mais quente desde o início do século


Apesar de o verão só terminar a 22 de setembro, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) já está em condições de dizer que a estação foi uma das mais quentes e secas desde que existem registos. De acordo com o Boletim Climatológico divulgado esta semana, o verão de 2017 foi o 6.º mais quente e o 3.º mais seco desde o início do século.

Os dados, que se referem aos meses de junho, julho e agosto, permitem ao IPMA dizer que «os valores médios da temperatura média do ar foram superiores ao valor normal em todo o território».

Junho foi «o 3.º mais quente desde 1931», com as temperaturas mais elevadas registadas no período entre os dias 17 e 20. Segundo o IPMA, o dia 17 foi o mais quente do ano, com 29,4 graus Celsius de temperatura média a nível nacional (e máximas superiores a 40 graus em diversos pontos do país).

Já em julho, os períodos de maior calor foram registados entre os dias 2 e 4 e entre 12 e 17, com o dia 13 a ser o mais quente do mês, com 27,3 graus Celsius de temperatura média.

Já em agosto, os períodos em que foi registado mais calor correspondem ao período entre os dias 3 a 6 e 11 a 26. Os dias mais quentes foram registados entre 20 e 21 de agosto, «com valores de temperatura média de 27,4 e 27 graus Celsius, respetivamente».

Quanto aos valores extremos de temperatura registados neste verão, a mais elevada foi medida a 13 de junho na Amareleja, concelho de Moura (46,2 graus Celsius), enquanto a mais baixa foi registada em Lamas de Mouro, Melgaço, onde o termómetro baixou aos 0,9 graus Celsius.

Para além de quente, o verão foi extraordinariamente seco. De acordo com o boletim do IPMA, «os valores da quantidade de precipitação ocorridos nos meses de Junho a Agosto foram cerca de 23 milímetros».

Em apenas seis dias houve registo de «valores de precipitação superiores a um milímetro», o valor médio diário no continente.

Relativamente à seca, em junho, 72,3% do território estava em seca severa e 7,3% em seca extrema. Nas conclusões, afirma-se que julho foi o terceiro mês mais seco dos últimos 17 anos, com 69,6% do território em seca severa e 9,2% em seca extrema.

Um mês em que se viveram dificuldades no interior do Alentejo, obrigando a um maior controlo na agricultura intensiva de regadio, porque a escassez de água fez-se sentir por parte dos produtores.

No mês de agosto registou-se um «desagravamento da área em seca severa e extrema», com 58,9% do território em seca severa e 0,7% em seca extrema.



Fonte: Frutas, legumes e flores

 
 
13-09-2017
       
 
   
 
 
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