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  Portugal disposto a sacrificar o sector da carne de bovino por um acordo UE/Mercosul


As negociações entre a União Europeia e o Mercosul prosseguem sob fortes críticas de alguns sectores agrícolas europeus.

Os mais ativos são os da carne de bovino e do açúcar/etanol, que tinham tido a promessa de não ser incluídos na abertura dos mercados e que agora vão ser alvo de contingentes de importação.

A Comissão está disposta a oferecer um contingente de 70.000 toneladas de carne de bovino e 600.000 toneladas de etanol ao Brasil, sem quaisquer direitos alfandegários.

Esta posição tem levado ao repúdio dos produtores, que têm tido o apoio de alguns países, liderados pela França, como a Áustria, a Bélgica, a Hungria, a Irlanda, o Luxemburgo, a Polónia, a Roménia, a Lituânia, a Eslovénia e a Eslováquia, que defendem a não concessão de quotas de importação.

Acontece que Portugal engloba um conjunto de oito países que defendem a abertura total do mercado, afirmando que mesmo estas quotas podem ter um factor negativo nas negociações e que o mais importante é conseguirmos um acordo.

Resta-nos uma pergunta. Que futuro para a produção da carne de bovino em Portugal?




Fonte: Agroinfo

 
 
23-10-2017
       
 
   
 
 
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