Notícias > Organização Internacional do Açúcar prevê um excedente de 5,15 milhões de toneladas de açúcar em 2017/2018. Portugueses consumiram menos 5.600 toneladas de açúcar em 2017
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  Organização Internacional do Açúcar prevê um excedente de 5,15 milhões de toneladas de açúcar em 2017/2018. Portugueses consumiram menos 5.600 toneladas de açúcar em 2017


A produção mundial de açúcar prevê-se que aumente na campanha 2017/2018 em relação à anterior, devido aos melhores resultados esperados na Índia, China, União Europeia e o recorde na Tailândia.

As estimativas avançam com uma colheita recorde de 179,30 milhões de toneladas frente às 176,77 da campanha 2016/2017. Trata-se de um aumento de 6,9 %, mais 10,47 milhões de toneladas, enquanto a procura apenas aumente 1,77 % para 174,6 milhões de toneladas.

No entanto, a Organização Internacional de Açúcar (OIA) reviu em alta as suas previsões de produção até 178,7 milhões de toneladas frente às 179,45 milhões de toneladas do anterior relatório trimestral. O consumo também desce, até 173,55 milhões de toneladas em comparação às 174,41 milhões de toneladas avançadas pela anterior previsão. Em consequência, espera-se um superplus de 5,15 milhões de toneladas contra as 5,03 da anterior informação. Depois de três anos consecutivos de défice.

O aumento da oferta deveria pesar nos preços, os quais não pararam de baixar nos últimos meses e caso a situação de descida permaneça, as refinarias brasileiras podem optar em desviar a cana-de-açúcar para a produção de etanol.



PORTUGAL

Dois meses depois da Organização Mundial de Saúde (OMS), é agora a Comissão Europeia a reconhecer o conjunto de iniciativas que têm vindo a ser adotadas pelo Ministério da Saúde, no âmbito da promoção da saúde e prevenção da doença. Entre as quais está a tributação do açúcar cujos resultados superaram as melhores expectativas do Governo, levando a uma redução do consumo calculada em 5.600 toneladas de açúcar, revela um comunicado do ministério da Saúde que dá conta de uma carta endereçada ao secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, onde são feitos os elogios.

O responsável da Comissão Europeia pela área da Saúde Pública, John F. Ryan, destaca, com “apreço”, as políticas vanguardistas que o Governo português tem implementado na área da saúde pública e prevenção da doença em geral. É ainda dado “destaque positivo” à atuação nos campos da nutrição e atividade física.

De facto, segundo o Executivo, os resultados da tributação sobre as bebidas açucaradas superaram as melhores expectativas do Governo, levando à redução para metade do consumo das bebidas mais açucaradas (com mais de oito gramas por 100 mililitros). Além de se traduzir num encaixe de 80 milhões de euros para o pagamento das dívidas do Serviço Nacional da Saúde (SNS) e de levar a indústria a produzir bebidas com menos açúcar.

O aplauso de Bruxelas surge numa altura em que o Governo já sinalizou que o objetivo de tornar a alimentação dos portugueses mais saudável vai agora ser retomado através de um acordo que o Ministério da Saúde está a preparar com a indústria agroalimentar, com vista à reformulação de produtos.

Alimentos como cereais, refrigerantes, batatas fritas, sopas prontas a consumir, bolachas, iogurtes, leite com chocolate ou tostas deverão ser reformulados no seguimento deste acordo, explicou Fernando Araújo, adiantando que no acordo ficarão definidas as responsabilidades das partes que, no caso da indústria, será produzir alimentos com menos quantidades de sal e açúcar.

No início de janeiro, Zsuzsanna Jakab, diretora regional europeia da OMS, tinha também enviado uma carta ao Ministério da Saúde a congratular pela adoção da Estratégia Integrada para a Promoção da Alimentação Saudável. Portugal foi então referido como estando na dianteira da implementação de medidas, “notáveis” e “corajosas”, que promovem um modo de vida mais saudável.

A Estratégia Integrada para a Promoção da Alimentação Saudável, pela primeira vez elaborada com o contributo e aprovada por despacho conjunto de vários ministérios, visa incentivar o consumo alimentar adequado e melhorar o estado nutricional dos cidadãos.

Uma medida aplaudida, na semana passada, durante o evento de lançamento da campanha “Açúcar Escondido” e de assinatura dos Protocolos com as televisões (com o objetivo de informar e capacitar os cidadãos para escolhas saudáveis), pelo dirigente da OMS, João Breda.








Fonte: CONFAGRI / ANILACT

 
 
08-03-2018
       
 
   
 
 
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